13/08/2010 - Tecnologia demais e estratégia de menos. Como selecionar os aplicativos ideais para o seu ramo de negócios.
O cenário do mundo corporativo evoluiu muito de Ford para cá, o modelo de negócios, a dinâmica dos relacionamentos e a habilidade de criar. Essa evolução deve-se a dois principais fatores: Primeiro, ao avanço de tecnologias que, por conseguinte trouxe o segundo e não menos importante evento: A ambição pelo pioneirismo.
Hoje, seguir tendências e apostar no que é novo, não é mais questão de ousadia e sim de necessidade. No entanto, na euforia por não ficar para trás, muitos empreendedores e homens de negócios se perderam no que e no porque de aderir a essa ou aquela tecnologia.
Acontece que as opções são inúmeras: agenciamento de comunicação, informatização de procedimentos, centralização de informações, etc. Muitas também são as empresas que oferecem esse tipo de serviços respaldados no discurso "Teclo, logo existo".
O que se vê então são diversas ferramentas versus uma cadeia de necessidades. Muita teoria e pouco resultado. É aí que clientes e provedores se perguntam: qual o problema? Simples: A estratégia ou de maneira mais explicita: A falta de estratégia.
De nada adianta um sistema que contemple 1001 ferramentas não funcionais, que ofereça infinitas possibilidades que não "casem" com a realidade e nem venha de encontro com a necessidade do cliente. Inovar é preciso, mas antes de viajar por tecnologias e tecnologias é preciso organizar a casa: O que eu preciso? Como esse ou aquele aplicativo atende a minha necessidade? Qual o custo real da ferramenta comparado a sua efetividade?
Respondendo a essas perguntas o empresário terá o parâmetro inicial para selecionar os melhores canais tecnológicos para otimização de seus protocolos internos, sejam eles um software de gestão, um planejamento de mídia digital, ou um sistema de rede integrado. O importante é que consiga filtrar entre tantas tecnologias disponíveis, aquelas que melhor o atendam em seu fluxo de negócios.
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